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Aos nossos seguidores também acontecem coisas #7

Este mĂŞs a histĂłria Ă© responsabilidade da nossa ilustre Sofia.
Devo dizer que já me aconteceu - e mais que uma vez- algo muito parecido, e aposto que a vocês também!
Mas vamos ao que interessa:

Ora bem meninas, a histĂłria Ă© muito simples mas cada vez que me lembro disto riu-me sempre um bocadinho sozinha.
Andava eu para aí no 7º/8º ano, e estava sentada à frente do meu colégio à espera do meu pai. Nisto aparece a minha professora de inglês e vem muito sorridente na minha direção e diz assim:

- Olá linda!!
Eu fiquei bastante confusa com aquele tipo de cumprimento, mas resolvi responder um:

- Olá!
Sou eu a dizer isto e a aparecer por detrás de mim uma outra professora! Ou seja, aquele 'Olá linda' nĂŁo era para mim, obviamente, era para a amiga dela! Olhem atĂ© devo ter ficado vermelha de vergonha!

Felizmente elas nĂŁo me disseram nada e o meu pai chegou logo a seguir.

Já sabem como isto funciona! Enviem-nos as vossas histórias para dont.make.us.blush@gmail.com com o assunto: A mim também me acontecem coisas!

Aos nossos seguidores também acontecem coisas #6

Acontecem-vos coisas e nĂłs adoramos ler as vossas histĂłrias!
Este mĂŞs a Maria Mestre do blog Maria Crescida chegou-se Ă  frente e atĂ© inspirada pela nossa rubrica O problema eras mesmo tu, contou-nos uma situação que se passou com ela e um moço que ela achava graça, ora leiam lá:

Eu nĂŁo o conhecia de lado nenhum, nunca tinha falado com ele na minha vida, e para ser sincera nem tinha reparado muito nele, mas existiram umas breves trocas de olhares na praia.
No mesmo dia dessas trocas de olhares estava eu muito bem a entrar na água juntamente com umas amigas, posso dizer já que estava um calor enorme, no entanto a água estava gelada. Encontrava-me apenas molhada até à cintura, e aquela parte mais "dolorosa" da barriga ainda estava seca, acho que toda a gente sabe como isto é quando a água está gelada.
Vindo sabe-se lá de onde aparece um bando de miúdos de cinco anos com umas pistolas de água, dentro de um barquinho de plástico, e começam a molhar-me. Quem é que estava por trás do barquinho a empurrar o mesmo? Pois é, o tal das trocas de olhares. Não estão bem a ver o meu estado, quando dou por mim já estou toda molhadinha, e aos berros dentro de água porque tenho um rebanho de miúdos pequenos a atacar-me. Só me apetecia bater nos miúdos, arrancar-lhes as pistolas das mãos à chapada, e mandá-los para o inferno.
Hoje penso nisto e fico com vontade de me rir, mas na altura nĂŁo achei a mĂ­nima piada a nada daquilo. A parte boa, ou nĂŁo, Ă© que me molhei mais rapidamente.

Inspirem-se e contem-nos as vossas situações divertidas, caricatas e até embaraçantes! Enviem-nos um e-mail com o assunto- A mim também me acontecem coisas - para:
dont.make.us.blush@gmail.com

Aos nossos seguidores também acontecem coisas #5

Como a ilustre Susie celebroou o seu cumpleaños ontem, esta rúbrica foi adiada para hoje.
Cortesia de R.F, aqui fica o relato de hoje.


Certa vez fui fazer uma formação na área do fitness que durou um fim de semana.
Uma pessoa quando dorme fora de casa não se sente tão à vontade para fazer as suas necessidades fisiológicas, portanto como devem calcular o cenário intestinal não era positivo.

Para melhorar a situação, na área do fitness os movimentos são mais exigentes em termos de posições corporais, o que fez com que, sem eu querer, e de forma espontânea houvesse a libertação de gases.
O que me deixa menos angustiado, é que com a música, talvez ninguém tenha percebido bem o que se passou.

NĂŁo se esqueçam de enviar a vossa histĂłria para o nosso mail - com o assunto: a mim tambĂ©m me acontecem coisas - e digam-nos se querem que seja partilhada de forma anĂłnima ou nĂŁo.
Vá, não tenham vergonha!
e-mail:  dont.make.us.blush@gmail.com

Aos nossos seguidores também acontecem coisas #4

O relato de hoje Ă© cortesia do Ricardo, um dos nossos leitores masculinos - do nosso vasto pĂşblico de cerca de 4 -  que decidiu partilhar connosco o terror sanitário que viveu.

"Devia ter uns 8 anos ou coisa parecida quando fui a Coimbra com os meus pais e fui a uma casa de banho pública. A casa de banho 'portátil' era daquelas em que se tem de pagar e o tempo é limitado.
Estava lá eu muito bem e descansado da vida a fazer o serviço quando do nada a casa de banho começou a virar!
Basicamente o tempo acabou e aquilo começou a iniciar a limpeza automática e começou tudo à roda. Comecei aos gritos e a minha mãe que estava do lado de fora lá enfiou umas moedas à pressa e aquilo voltou ao normal.
Nunca mais vi nenhuma destas casas de banho, mas se vir também não lá entro que a experiência que tive bastou para me manter bem longe!"


NĂŁo se esqueçam de enviar a vossa histĂłria para o nosso mail - com o assunto: a mim tambĂ©m me acontecem coisas - e digam-nos se querem que seja partilhada de forma anĂłnima ou nĂŁo.
Vá, não tenham vergonha!
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Aos nossos seguidores também acontecem coisas! #3

Este mês recebemos mais uma história que nos deixou perdidas de riso! A Sandra pôs a vergonha de lado e partilhou connosco este belo episódio. Apostamos que também vão gostar!

"Olá meninas, aqui vai a minha história:

Em pleno dia de saldos, num shopping apinhado de pessoas, eu decidi ir a uma das lojas experimentar um vestido lindíssimo que tinha visto online. Até aqui nada de estranho não é? Pois, a história piora bastante, porque eu naquele dia, levava um belo vestidinho de renda preto (ia preparada para depois ir sair à noite sem ter que parar em casa), e ao experimentar o outro, naquela de me despachar no provador minúsculo e de me amaldiçoar por já estar toda despenteada, acabo por sair de lá sem me ver bem ao espelho. Fui passando nas lojas, nos corredores, e sempre a sentir montes de olhares em mim, até achei que fosse por estar demasiado overdressed. Nisto quando decido ir à casa de banho, uma desconhecida com um ar escandalizado aborda-me e diz: Olha!!!! O forro do teu vestido deve ter subido, porque estás só com a parte de renda!- basicamente andei a passear-me em lingerie com um bocado de renda super revelador durante IMENSO TEMPO! E ninguém me dizia nada! Já andava assim desde que saí da primeira loja e o despi, porque o forro dele nunca sobe. Como devem calcular fiquei para morrer! Foi a maior vergonha da minha vida! Agora tenho sempre muito cuidado a usar roupas destas para nunca voltar a acontecer! À desconhecida que me alertou, se ler isto, um grande obrigada.

Um beijinho meninas, espero que gostem da minha história, já eu ainda não consigo achar muita graça..."

NĂŁo se esqueçam de participar tambĂ©m nesta rubrica, apostamos que tĂŞm histĂłrias fantásticas para contar, que podem ser anĂłnimas ou nĂŁo. Enviem e-mail com o assunto- A mim tambĂ©m me acontecem coisas- para dont.make.us.blush@gmail.com. 


Aos nossos seguidores também acontecem coisas! #2

Desta vez foi a InĂŞs Direito do Direito por Linhas Tortas, que se chegou Ă  frente com a histĂłria dela! Tanto eu como a Mel concordámos que seria algo perfeitamente capaz de nos acontecer tambĂ©m a nĂłs, azaradas como somos. Ora leiam lá:

"Imaginem o cenário: entrevista de emprego. Toco à campainha e vem uma rapariga abrir-me a porta. Eu digo-lhe que venho para uma entrevista ao que ela me pede para aguardar numa pequena zona de espera. Quando eu digo pequena, quero dizer mesmoooo pequena. Imaginem um cantinho em que têm uma parede a fazer um L e de frente para cada parede têm respectivamente, um sofá de dois lugares e duas cadeiras. No meio deste quadradinho, que nem 3 passos tem entre o sofá/ cadeiras e a parede, ainda conseguiram colocar uma mesa com revistas. Bem tendo eu este cenário à minha frente e indo eu carregada com a minha mala e o saco do ginásio a única maneira que me pareceu possível para alcançar o sofá foi entrar pelo espacinho que ficava entre o sofá e as cadeiras. Vou eu toda determinada para me sentar no sofá quando ao passar naquele micro espacinho ...catrapúm! Estatelo-me no chão em cima da mala, do saco do ginásio e da porcaria de um jarro de vidro que lá estava e que por ser transparente eu não tinha visto. Isto não seria assim tão mau se eu estivesse sozinha, o problema é que a entrevista era num open space! Conclusão: toda a gente que lá estava a trabalhar teve a oportunidade de assistir à minha brilhante queda! Devem ter ficado com a ideia de que era uma verdadeira falhada... e claro não estou com grandes esperanças em relação ao trabalho mesmo que a entrevista tenha corrido bem...Enfim... Certamente que existirão coisas piores!"

Enviem tambĂ©m as vossas histĂłrias para o nosso e-mail com o assunto- A mim tambĂ©m me acontecem coisas - nĂłs queremos saber os vossos momentos mais embaraçantes ou divertidos ou simplesmente estranhos! Pode ser anĂłnimo ou nĂŁo, conforme prefiram.
E-mail:  dont.make.us.blush@gmail.com

Aos nossos seguidores também acontecem coisas! #1

O David Sineiro foi um fofinho e enviou-nos a primeirĂ­ssima histĂłria desta rĂşbrica.
Acho que começámos muito bem, mas tirem as vossas próximas conclusões.


"Ora bem, como as pessoas mais atentas ao que se escreve neste blogue já sabem eu sou fotógrafo e portanto ando sempre carregado com material.
Certo dia, estava a fazer uma sessão fotográfica numa praia e terminadas as fotos lá, mudei-me com as duas modelos para uma casa abandona que conheço no meio de uma floresta. Ambas as raparigas (que asseguro não serem a Suse e a Melissa) estavam com medo de lá entrar, porque diziam que podia ser assombrada ou ter lá gente.
De facto, depois de entrarmos vimos vestĂ­gios de pessoas, bancos, garrafas, roupas e um colchĂŁo que eu nunca tinha visto naquele local.
Completada a sessão, deixei as moças no carro delas e fui para casa, onde tinha outra sessão de estúdio para fazer, mas ao chegar, quando retirava material do carro, lá reparei que o meu tripé estava desaparecido em combate.
Como me tinham ajudado a trazer o tripé da praia, rapidamente pensei que o teria deixado ao lado do carro e arrancado sem o arrumar. Telefonei a alguém que fosse lá confirmar, mas como ainda era longe ninguém me podia fazer esse favor.
Dito isto, e porque os tripés são caros, assim que terminei a sessão seguinte agarrei no carro e lá fui eu para a praia, já seriam 20h em horário de Inverno, numa noite sem luar.
Chegado ao local, nem sinal do meu tripé, pensei obviamente que alguém teria visto e decidido adoptar, mas aí lembrei-me que apesar de não o ter usado, levei-o para a casa abandonada com intenção de fazer lá uma fotografia em particular.
Hesitante, lá me dirigi à casa abandonada (sim, aquela que era no meio da floresta e onde havia vestígios de pessoas). Rapidamente comecei a pensar em ser assassinado por algum drogado, e arquitectei o plano de deixar o carro à entrada da floresta, podendo assim enfiltrar-me no terreno sem fazer barulho e sem ser visto. Na minha cabeça já estava o sítio exacto onde havia pousado o tripé, só precisava de lá chegar e conseguir voltar sem alertar possíveis gandulos.
Assim fiz, chegado à floresta, desliguei o carro e saí. Não havia réstia de luz à minha frente, não conseguia ver o chão onde punha os pés, muito menos o caminho sinuoso que me levaria até à casa. Apontei o telemóvel para a frente, mas de pouco servia, a escuridão parecia ser mais forte que a luz. Imaginei todos os videojogos de terror que tenho jogado durante a minha vida.
Como seria chato falecer e nunca ninguém descobrir o meu cadáver, já me tinha posto em contacto com uma das minhas colegas de trabalho e modelo que tinha estado a fotografar essa tarde. Ao menos ela sabia onde tínhamos ido e saberia alertar alguém no caso de eu ser assassinado brutalmente.
Ao telefone, lá decidi ir de carro atĂ© Ă  casa, nĂŁo me restando a alternativa de ir a pĂ©. Cheguei ao terreno e deixei as luzes acesas enquanto rapidamente e silenciosamente me tentei infiltrar. A minha colega, como boa amiga que Ă©, sussurrava ao meu ouvido coisas como “David vais morrer” e outros miminhos fofos de ouvir quando estamos sozinhos num sĂ­tio abandonado no meio do nada e onde pode ou nĂŁo estar alguĂ©m mal-intencionado.
Lá entrei na casa e sem ouvir barulhos ou ver luzes, cheguei ao tripé, que estava exactamente onde o tinha deixado. Soube nessa altura que provavelmente estava seguro, pois se lá tivesse ido alguém, não teria ignorado um tripé caro montado no meio de uma sala. Assim sendo, mais descansado, mas ainda de pés leves, lá corri até ao carro e me pus a andar. O meu coração estava a querer sair pela boca, mas acabei por me recompor e guardar para sempre a lição.

É esta a história; sim podia ter esperado para o dia seguinte, mas era sábado e quanto mais tempo passasse, mais hipóteses haveria de perder para sempre um bom tripé que ainda por cima foi uma prenda do meu pai."


Não se esqueçam de enviar a vossa história para o nosso mail - com o assunto: a mim também me acontecem coisas - e digam-nos se querem que seja partilhada de forma anónima ou não.
Vá, não tenham vergonha!
e-mail:  dont.make.us.blush@gmail.com

Aos nossos seguidores também acontecem coisas!


Depois de eu e a Susie partilharmos com vocês situações tristes e deprimentes que aconteceram na nossa vida - que podem ver AQUI e AQUI respectivamente - decidimos que chegou a vossa vez de partilharem connosco a história mais embaraçosa e deprimente que tiverem.
Basta enviarem-nos um e-mail - com o assunto: a mim também me acontecem coisas - em que relatem a trágica situação em que se meteram. Na primeira segunda feira de cada mês o publicamos aqui no blog a vossa deprimência.

Ao enviarem o mail, digam-nos também se querem que o post tenha o vosso nome e link para o vosso blog ou se preferem que seja publicado anonimamente.
E então, que dizem, Bora lá?
Não tenham vergonha que nós também não tivemos, e isto, dependendo de vocês pode ser uma rubrica vitalícia!

E se acharem que têm várias situações dignas de destaque podem mandar todas - que nós bem sabemos que estas coisas quando atacam não vêm sozinhas.

e-mail:  dont.make.us.blush@gmail.com


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Aproveito para anunciar as vencedoras do sorteio dos colares:
Helena Mateus - colar corrente com cristais
Estela Lourenço - colar com cristais rosa

Têm 48 horas para entrar em contacto connosco através do nosso e-mail ou Página de Facebook, caso não o façam os prémios serão sorteados de novo.

As que nĂŁo tiveram sorte nĂŁo desanimem, que breve breve vem aĂ­ outra coisa!